Psicóloga em Porto Alegre · Presencial e online

Ciência que cabe no colo, dentro da sua casa.

Crianças, adolescentes, adultos e famílias. Entendo o que está por trás do comportamento e ensino o que ainda falta.

CRP 07/38401 Análise do Comportamento Montserrat e online
Betina Binatti, psicóloga, sorrindo no consultório
7anos com
neurodesenvolvimento
A família como
parte do processo
7anos

de experiência prática com neurodivergência

3ambientes

consultório, casa e escola no mesmo plano

4públicos

crianças, adolescentes, adultos e famílias

50min

por sessão, presencial ou online

O meu olhar

Comportamento é habilidade, não caráter.

Uma birra, uma recusa ou uma dificuldade de interação não dizem quem a pessoa é. Dizem qual habilidade ainda está em desenvolvimento. Toque nos cartões e veja a mesma situação por outro ângulo.

Exemplos ilustrativos. Cada situação é única e só uma avaliação cuidadosa mostra o que está acontecendo.

Para quem é

Crianças, adolescentes, adultos. E quem cuida deles.

Atendo crianças, adolescentes, adultos e famílias, com foco em neurodesenvolvimento: autismo, TDAH, atrasos do desenvolvimento, comunicação, comportamento e regulação emocional.

Crianças

Com crianças, o trabalho é lúdico e interativo, com a mesma exigência técnica de planejar, medir e acompanhar cada objetivo. A criança aprende brincando, em interação e a partir do que a motiva.

Acompanho com atenção especial crianças com comportamentos interferentes: crises intensas, agressividade, recusas persistentes, fugas, dificuldade de aceitar um "não". São casos que eu gosto muito de acompanhar, porque esses comportamentos quase sempre estão comunicando alguma coisa.

Crianças são atendidas sempre presencialmente

O que costuma entrar no plano

  • Comunicação funcional: pedir, recusar, mostrar necessidades
  • Regulação emocional, frustração e espera
  • Rotina, transições e previsibilidade
  • Habilidades sociais e de brincar
  • Levar o que foi aprendido para casa e para a escola

Adolescentes

Com adolescentes, a sessão é deles. Eles falam, participam das decisões e aprendem a entender o próprio comportamento. Muitos chegam sem saber explicar o que sentem, com conflitos em casa ou na escola, dificuldade de se organizar ou de se relacionar.

Quando necessário, também oriento os responsáveis, preservando o espaço individual do adolescente e sem que a família assuma por ele habilidades que ele precisa construir.

Presencial ou online

O que costuma entrar no plano

  • Autonomia e tomada de decisão
  • Regulação emocional e comunicação
  • Relações sociais
  • Organização da rotina e demandas escolares
  • Compreensão do próprio comportamento

Adultos

Partimos das demandas atuais e de como padrões construídos ao longo da vida estão impactando a rotina: emoções, relacionamentos, comunicação, organização, trabalho e as exigências da vida adulta.

Muitas pessoas que atendo são neurodivergentes, com ou sem diagnóstico, e passaram anos se esforçando para se adaptar sem entender o próprio funcionamento. Aqui a gente investiga isso junto e monta estratégias para o seu trabalho, a sua casa e as suas relações.

Presencial ou online

O que costuma entrar no plano

  • Entender como você funciona e o que te desregula
  • Organização da rotina e do trabalho
  • Lidar com emoções e frustrações
  • Comunicação e relações mais satisfatórias
  • Necessidades de suporte e mais autonomia

Orientação parental

Uma hora de sessão não muda uma rotina inteira. A família muda. A orientação é prática: entendemos juntos o que está mantendo determinados comportamentos e quais estratégias usar antes, durante e depois das situações do dia a dia.

Pode acontecer ao longo do acompanhamento da criança ou em momentos específicos. Quando necessário, faço supervisão com os pais, acompanhando a aplicação das estratégias ao longo do tempo. O objetivo é que a família ganhe segurança e autonomia.

Pontual ou ao longo do acompanhamento

O que podemos trabalhar

  • Comunicação funcional: pedidos, recusas e necessidades
  • Rotina, transições e recursos visuais
  • Combinados, instruções e autonomia no dia a dia
  • Oposição, fuga e comportamentos que pesam na rotina
  • Reforço de comportamentos adequados
  • Levar para casa o que é aprendido em terapia

Já sabe para quem é? O formulário já vem marcado.

Agendar para uma criança
Como funciona

Terapia com direção, não sessões soltas.

Cada acompanhamento começa entendendo a pessoa antes de propor qualquer estratégia. Você sabe o que está acontecendo em cada etapa.

1

Primeira sessão

Conversamos sobre o que motivou a procura, o histórico, a rotina e as principais dificuldades. A partir disso, defino o que investigar e as prioridades.

2

Avaliação

Nada começa no achismo. Uso protocolos e instrumentos para mapear o que já está consolidado, o que está em desenvolvimento e o que precisa de atenção.

3

Plano individual

Com esse retrato, estabeleço objetivos específicos. Eles partem das necessidades, habilidades e do contexto real da pessoa, e não só de um diagnóstico.

4

Acompanhar e ajustar

Acompanho a evolução de perto, registro dados e ajusto as estratégias sempre que algo não avança.

Duração50 minutos

por sessão

FrequênciaSemanal

definida conforme a demanda e os objetivos

ModalidadePresencial e online

Montserrat, em Porto Alegre, ou online. Crianças, só presencial.

O jeito de trabalhar

A ciência não fica no papel. E o afeto não substitui o método.

  1. 01

    Avaliação antes de intervenção

    Antes de qualquer plano, protocolos mostram o que já está consolidado e o que precisa de atenção para a idade.

  2. 02

    ABA com estratégias naturalistas

    A criança aprende brincando, a partir do que a motiva. O rigor técnico fica por trás.

  3. 03

    A família participa

    Os pais saem da sessão sabendo o que fazer no banho, no almoço e na hora de sair de casa.

  4. 04

    Da sessão para a escola

    Habilidade que só aparece no consultório ainda não foi aprendida. O plano mira a casa, a escola e as saídas.

Betina Binatti apresentando uma palestra sobre o espectro autista
Betina Binatti · Psicóloga · CRP 07/38401
Quem sou

Muito antes da Psicologia, eu já observava.

Sou a caçula de quatro irmãos. Talvez por isso eu tenha crescido prestando atenção nas pessoas: percebia quando alguém não estava bem e queria entender por que agiam de determinada forma.

A certeza veio num voluntariado, em um instituto que atendia pessoas com dificuldades no desenvolvimento. Ali tive meu primeiro contato com uma menina com síndrome de Down, e alguma coisa mudou. Eu soube que era com isso que eu queria trabalhar.

Com o tempo, aquela observadora curiosa ganhou método. Aprendi que entender o porquê de um comportamento é sensibilidade e também é ciência. Quando a gente entende o que está por trás de uma dificuldade, passa a enxergar uma habilidade que ainda pode ser ensinada.

O que me move é ver uma criança fazer algo pela primeira vez. Um pai que passa a entender o filho de outro jeito. Uma mãe que sai da sessão com menos culpa e mais clareza. E as pessoas que, no processo, encontram espaço para se entender.

O começo

Voluntariado em desenvolvimento

Há sete anos, num instituto que atendia pessoas com dificuldades no desenvolvimento. Desde então, nunca deixei de trabalhar com neurodesenvolvimento.

2022

Graduação em Psicologia pela PUCRS

CRP 07/38401. Desde a formação, atuação clínica dedicada a pessoas neurodivergentes e às suas famílias.

2024

Pós-graduação em ABA e Estratégias Naturalistas

Instituto Singular. O rigor da Análise do Comportamento Aplicada unido a modelos naturalistas, como o ESDM.

Hoje

Coordenação de casos e supervisão clínica

Lidero uma equipe de profissionais e acompanhantes terapêuticos, com planejamento, análise de evolução e tomada de decisão clínica.

Em andamento

Pós-graduação em Neuropsicologia

Comportamente. Ampliando o olhar sobre os processos cognitivos, a avaliação e o funcionamento de cada pessoa.

Betina Binatti em palestra, ao lado do slide: Autismo é uma forma diferente de estar no mundo.
Fora do consultório

Autismo é uma forma diferente de estar no mundo.

Em palestras, levo para famílias, educadores e profissionais o mesmo olhar do consultório: entender o que está por trás do comportamento antes de rotular.

Ao longo do processo

Quem entende o porquê sabe o que fazer depois.

Quando fica claro o que mantém um comportamento e qual habilidade ainda falta, dá para agir diferente. Isto é o que costuma mudar, no tempo e no contexto de cada um.

Famílias e crianças

Mais clareza, menos culpa

  • O que parecia "birra" passa a ser visto como habilidade em desenvolvimento
  • Os pais percebem padrões do dia a dia que antes passavam despercebidos
  • Transições, esperas e recusas ganham estratégias concretas
  • A família se sente capaz de conduzir o cotidiano
Adolescentes

Mais autonomia

  • Compreender melhor as próprias reações
  • Reconhecer o que desorganiza
  • Se comunicar de forma mais funcional
  • Uma família que apoia sem assumir por ele
Adultos

Menos cobrança

  • Clareza sobre como funciona e o que precisa
  • Estratégias para rotina, emoções e decisões
  • Relações mais satisfatórias
  • Mais consciência das próprias necessidades

O que eu não prometo

Não trabalho com promessa de resultado. Cada pessoa chega com um repertório, uma história e um contexto diferentes, e isso influencia como o processo acontece. Também não trabalho só com a ideia de esperar "o tempo de cada um": desenvolvimento também depende de oportunidades de aprendizagem.

O que eu garanto

O método. E que você sempre vai saber em que ponto dele a gente está.

1Avaliar2Ensinar3Medir4Ajustar
Primeira sessão

Conta o que está acontecendo. Eu respondo pelo WhatsApp.

Escolha as opções e a mensagem chega pronta no meu WhatsApp. Leva menos de um minuto.

  • Não precisa ter diagnóstico para começar
  • Sessão de 50 minutos
  • Presencial no Montserrat, em Porto Alegre, ou online
Para quem é o atendimento?
Como prefere?

Crianças são atendidas sempre presencialmente.

Melhor período
Sua mensagem
Enviar pelo WhatsApp
Dúvidas comuns

O que as famílias perguntam antes da primeira sessão.

Se a sua não estiver aqui, manda no WhatsApp.

Pode ser, mas vale olhar. Quando uma dificuldade se repete e já afeta a rotina, a comunicação ou as relações, esperar raramente é neutro: cada mês é um mês de oportunidades de aprendizagem.

Uma avaliação não obriga ninguém a começar um tratamento. Ela ajuda a entender o que está acontecendo. Se não houver necessidade de acompanhamento, isso também é uma resposta importante.

Não. O trabalho parte das necessidades e dificuldades reais, não de um laudo. Muitas famílias chegam ainda em investigação, e muitos adultos chegam sem nunca terem recebido um diagnóstico.

A avaliação mapeia habilidades e dificuldades, e isso já permite definir objetivos e começar. Quando for o caso, também oriento sobre encaminhamentos para investigação diagnóstica.

Meu olhar parte das habilidades. Um diagnóstico, quando existe, pode ajudar a organizar o cuidado e garantir direitos, mas ele não define quem a criança é nem o que ela pode aprender. O foco é entender o que ela já consegue fazer, o que ainda precisa ser ensinado e como chegar lá.

Você não vai ser julgada aqui. Comportamento é habilidade, não caráter, e isso vale também para os adultos que cuidam. Ninguém nasce sabendo manejar uma crise ou uma recusa intensa. A orientação parental existe para isso: entender o que está acontecendo e construir juntos formas mais seguras de responder, sem culpa.

Isso acontece, e não significa que a criança "não responde" à intervenção. Cada processo tem o seu contexto. Quando alguém chega com essa experiência, começo entendendo o que foi feito, o que funcionou e o que não funcionou, para que o novo processo parta desse aprendizado.

Não precisa ser. Existem práticas mais rígidas, sim. O meu trabalho une a ABA a estratégias naturalistas: a criança aprende brincando, em interação, a partir do que a motiva e dentro de situações reais. O rigor técnico continua lá, com objetivos, dados e acompanhamento. E a criança é tratada como uma criança aprendendo.

Sim. Crianças com crises intensas, agressividade, recusas e fugas são um dos perfis que mais gosto de acompanhar. Esses comportamentos quase sempre comunicam alguma coisa. O trabalho é entender o que mantém cada um deles e ensinar formas mais funcionais de a criança conseguir o que precisa, com orientação aos pais e, quando há outros profissionais envolvidos, supervisão da equipe para que todos atuem alinhados.

Esse não é o caminho. O início do processo é dedicado a construir vínculo. Antes de qualquer demanda, a criança precisa associar a terapia e a terapeuta a algo bom e seguro. Aprender a lidar com esperas, trocas e pequenas frustrações faz parte do desenvolvimento, e isso é trabalhado aos poucos. Você sempre vai saber o que está sendo feito e por quê.

A participação da família faz muita diferença, mas não precisa significar horas extras na sua semana. A orientação usa momentos que já existem no seu dia: o banho, o almoço, a hora de sair de casa. Pequenas mudanças ali reforçam o que é trabalhado em sessão.

Porque uma habilidade aprendida em um ambiente não se transfere sozinha para outro. É muito comum, e não significa que a criança "não quer" ou que os pais estão fazendo algo errado: em casa mudam as pessoas, a rotina, as distrações e as respostas ao comportamento.

Por isso levar a habilidade para casa faz parte do planejamento desde o início: ensinar com pessoas, materiais e situações variadas, orientar os pais sobre como pedir, ajudar e responder, e trazer para a sessão elementos da rotina real da criança.

Não. Nunca é tarde para entender o próprio funcionamento e aprender novas formas de lidar com a vida. Muitos adultos chegam depois de anos se esforçando para se adaptar sem saber por que certas coisas eram tão difíceis. Compreender isso costuma trazer alívio e abrir espaço para estratégias que fazem sentido.

Não necessariamente. O foco está nas demandas atuais e no que está impactando sua rotina hoje. A história de vida entra quando ajuda a entender padrões que se repetem, e o ritmo e a profundidade dessas conversas são construídos com você.

Para adolescentes e adultos, sim. O online permite o mesmo trabalho de compreensão, planejamento e construção de estratégias, com a vantagem da flexibilidade. Crianças são atendidas sempre presencialmente, porque a observação direta, a interação e as atividades práticas são parte essencial do processo.

Não existe um prazo fixo. A duração depende dos objetivos, da demanda e de como o processo evolui. O que eu garanto é que você não vai ficar sem saber onde estamos: os objetivos são claros, a evolução é revisada periodicamente e as decisões sobre continuidade, espaçamento ou alta são tomadas com base nisso.

O vínculo é parte importante da terapia, e é legítimo que você o avalie. Se algo não estiver fazendo sentido, podemos conversar abertamente. E, se for o caso, posso ajudar com encaminhamentos para outro profissional que atenda melhor à sua necessidade.

O próximo passo

Nada começa
no achismo.
Começa com uma conversa.

A primeira sessão é para entender a sua demanda, o seu histórico e a sua rotina. A partir daí, eu te digo o que investigar primeiro.

Este site tem caráter informativo e segue o Código de Ética Profissional do Psicólogo (CFP). A psicoterapia não garante resultados: cada processo é individual e depende da avaliação profissional. Este site não substitui atendimento. Em situação de crise, procure o CVV (188) ou o SAMU (192). Betina Binatti, Psicóloga. CRP 07/38401.
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